domingo, 20 de abril de 2008

Parece mal, mas sabe tão bem!

Pois é! Quem diria!?
Bocejar é, segundo alguns estudos, uma das atitudes mais contagiosas que há.
Este contágio verfica-se em humanos e em alguns primatas.
Mas, não é tudo!...
Ao que parece, o simples acto de bocejar dá-nos um prazer de 8,5 numa escala de 10 valores e é uma vantagem evolutiva no grupo, que traduz empatia e é um método para mantermos a vigilia individualmente ou em conjunto.
O acto de bocejar é uma pulsão incontrolável e contagiosa, que desencadeia inúmeros sinais bioquímicos, activando zonas particulares do nosso cérebro. Um bocejo dura, em média, 5 segundos e pode manifestar-se por todo o nosso corpo. Para além da normal inspiração profunda seguida da expiração, após uma pausa do fluxo de ar; do aumento do diâmetro da faringe (que pode ir até 4 vezes mais); e da aceleração do ritmo cardíaco, essas manifestações mais expansivas podem incluir: um lacrimejar; uma inclinação da cabeça para trás; uma ligeira obstrução dos ouvidos; uma extensão dos braços e das pernas, no nosso conhecido "espreguiçar"; e, meus caros, nos homens, por vezes, uma erecção.
(Este último aspecto deixou-me curiosa. Se algum dos meus amigos/leitores quiser comentar a veracidade deste ponto...).
Mas, voltando ao que interessa, baseando-me nos especialistas e tendo em conta o carácter contagioso deste instinto natural, sou capaz de apostar que bocejaram enquanto liam esta mensagem...
Bem, por agora, é tudo!
Bons bocejos!

Sophia

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